terça-feira, 10 de agosto de 2021

“Casamento-a-Três”: Um mês de atividades

 

A linda Fortaleza, Terra da Luz, o belo e valoroso Ceará e o nosso Brasil multirracial, agora contam com mais um serviço especializado para promover relacionamentos amorosos, direcionado exclusivamente ao público cristão.

ATENÇÃO: ARTIGO ORIGINAL LANÇADO QUANDO O ANTIGO SITE COMPLETOU 30 DIAS DE EXISTÊNCIA.

Há exatos 30 (trinta) dias, no dia 12 de junho de 2015, nascia na WEB um novo conceito em matéria de Agência de Casamento, especializada em promover relacionamentos amorosos entre cristãos, sejam egressos do mundo gospel (evangélicos), sejam oriundos da cristandade católica, ambos carentes de um lugar onde a paquera, o namoro, o noivado e o casamento fossem respeitados em suas mais nobres tradições, oferecendo às almas de hoje, perdidas na promiscuidade e na falsidade das relações atuais, um porto seguro a se mirar e a se proteger, na segurança de romances orientados por especialistas em relacionamento cristão, sob o poder do Amor de Deus, o Ágape.

Sendo este o sonho acalentado por seus fundadores, o casal cristão John Valente e Malu Valente, esta Agência também acalenta o desejo de um dia poder construir uma sede concreta em Fortaleza, tal como era a Sede do Nice’s Club, Agência de Casamento que uniu JV e MV. Com este sonho curtido na mais profunda intimidade do casal, o primeiro passo para tal propósito era construir uma Agência Virtual na WEB, cuja origem tinha que ocorrer por meio de um site oficial, especializado em divulgar as matérias de sua filosofia de ação, bem como promover facilidades de abordagem cristã entre jovens e jovens solteiros, conduzindo-os ao mais alto lugar de honra no Reino de Deus, a saber, o Matrimônio eterno aos pés de Cristo, por nós entendido como “Casamento-a-Três”.

Uma vez criado o site da Agência (este em que lês o que estás lendo), as facilidades da Informática e da Internet abririam as portas para promover a amizade de inúmeros jovens das mais variadas denominações, apontando caminhos para apresentação de famílias, aproximação para namoros apoiados pelos pais dos jovens, oficialização de noivados, encaminhamento para os registros em Cartório e “contratação” de ministros para a celebração final, de acordo com a denominação a que pertençam os noivos (sempre apoiando o casamento realizado entre noivos da mesma denominação).

Ao alvorecer do primeiro mês de atividades, e com o site ainda em construção [esta deverá demorar ainda algum tempo], nossa Diretoria julgou por bem criar inicialmente 12 (doze) páginas para consulta dos interessados, nas quais o jovem ou a jovem cristã, o senhor ou a senhora cristãos, poderão tomar conhecimento de nosso modus operandi, encontrando páginas que tratam de um contato mais direto conosco, as datas mais importantes para esta Agência, os Documentos históricos de nossa caminhada, os links de empresas do Grupo, sugestões dos filmes românticos que mais tenham a ver com a nossa filosofia de ação, frases e idéias que fundamentam esta iniciativa, os livros mais apropriados para os casais e futuros cônjuges por nós encaminhados, e um resumo descontraído de nossa biografia.

Afora estas instrumentações iniciais, adicionamos algumas abas informativas na lateral direita do site, todas no propósito de deixar mais clara a inscrição e a condução dos afiliados aos nossos serviços, antes que a conclusão dos trabalhos inaugurais ganhe espaço com mensagens de nossos parceiros.

Com efeito, como o leitor está acompanhando agora, esta Agência reservou o espaço principal do site para a publicação das matérias próprias de nossa filosofia de trabalho, separando a nave central da home page para as postagens de artigos especializados, os quais ficarão para sempre à disposição dos nossos leitores, e servirão como inestimável fonte de pesquisa para cada uma das tarefas necessárias à promoção de nosso objetivo final, a saber, realizar uniões estáveis e felizes aos pés de Cristo.

Finalmente, os fundadores desta Agência se sentem felizes por poder ajudar a dissipar as tantas e tão densas nuvens de dúvida que assaltam a maioria dos casais modernos, colaborando para que reencontrem o fogo de seu primeiro amor (que os levou ao altar), ou para que possam se unir a nós numa jornada de testemunhos matrimoniais, com os quais ajudaremos a salvar inúmeros casamentos em conflito. Da mesma forma, colaboraremos para ajudar a namorar, prioritariamente, a juventude cristã de todas as igrejas, levando aos jovens uma orientação segura para enfrentarem o caos das relações atuais, nas quais prevalece a falsidade e a perversão da sexualidade, a exploração do sexo como objeto de prazer, a competição desleal, a maledicência, e até a inimizade deliberada. Tudo isto faremos, se Deus o permitir, o que será para nós elevada honra e memorial eterno.

sexta-feira, 30 de julho de 2021

10 Regras cristãs para manter o casamento viável

 Baseadas em regras extraídas de livros especializados e acondicionadas pela ótica bíblica do site da Escola de Aprofundamento Teológico


Parece até que foi ontem que nós dois subimos ao altar e fizemos a nossa promessa solene, perante Deus e o mundo, de ficar juntos na saúde e na doença, na pobreza e na riqueza, na alegria e na dor, enfim, no melhor e no pior de nosso relacionamento ao longo do tempo. Uma dureza de pensar e uma coragem louca de exprimir! Onde estávamos com a cabeça? Dá para pensar...

Pois à medida que o tempo vai passando, e a promessa que fizemos vem vindo contra nós numa série de ameaças assustadoras, a coisa vai crescendo na rotina do nosso dia-a-dia e as “manias silenciosas” de cada um finalmente ficam expostas e claras como o meio-dia.

Em razão da surpresa desagradável que as ameaças produzem em nós, oferecemos a seguir 10 (dez) atitudes selecionadas pelos entendidos para que você consiga manter ou sustentar os vínculos voluntariamente adquiridos por aquela louca promessa ao altar.

1ª) Não julgar ninguém é outra forma de dizer “silêncio”, se você não consegue parar de falar. Fazer silêncio na hora “H” sempre terá um peso enorme no desenrolar de seu relacionamento, seja um namoro ou um “Casamento-a-três”. A hora “H” é aquela em que você percebe que se for adiante, vai azedar o clima entre vocês. Logo, saber calar é uma ciência maior do que saber falar.

2ª) Não faça apostas que lhe levarão a se sentir tentada a cobrar o seu resultado. Coisas como está sempre pronto(a) a dizer: “Eu não disse que isso ia acontecer?”; ou “por que você não me ouviu?”, ou pior ainda, dizer “Eu sabia que isso ia dar errado”. Nada disso serve pra nada. Lembre que o amor que uniu vocês dois é o que importa, e quanto mais valor ele tiver, mais triste será feri-lo por uma bobagem dessas.

3ª) Nunca se esqueça de que ao casar com ele(a) e prometer aquilo tudo na igreja, você também casou com (e prometeu para) a família dele(a) o mais precioso de seu coração, e é ele quem deverá receber todas as suas atenções desde então. Mesmo que a família dele(a) seja das piores gentalhas, sua missão divina é procurar “ganhá-los” pela virtude e mansidão da Palavra de Deus, pois o seu lar doce lar sempre será o espelho do Paraíso para quem ainda não se encontrou.

4ª) Cuidado para não deixar a raiva (ou pior, a alegria – sim, a alegria) torná-lo(a) menos consciente das responsabilidades de um matrimônio cristão, e um dia você se flagrar dizendo coisas que pareçam indicar que você não casou, mas apenas está namorando um(a) cara/mulher qualquer. Porquanto se seu casamento foi o matrimônio eterno de Deus (“Casamento-a-três”), você terá que pensar tudo com a Eternidade a pontuar as coisas, já que seu companheiro continuará com você após a morte.

5ª) Lembre que este casamento eterno (“Casamento-a-três”) possui muitos segredos que só interessam a vocês dois. De uma vez por todas, tire de sua lista de distrações aquilo que se chama jogar conversa fora, sobretudo se no pacote você introduzir algum daqueles segredos. Este será um erro fatal e você prestará contas a Deus sobre cada um de seus pecados.

6ª) Se entrou no jogo pra valer e se prometeu alguma coisa perante Deus e todos os convidados de seu casamento, sua única saída é cumprir aquilo tudo à risca. Isto vale sobretudo para a questão da fidelidade, pois assim como Deus não perdoa quando não perdoamos, Deus retirará seus favores de fidelidade se fores infiel ao seu cônjuge: toda infidelidade ao cônjuge é infidelidade a Deus.

7ª) Nunca deixe morrer o que a Bíblia chama de “primeiro amor”. Não se refere à primeira mulher/homem que você amou, mas ao primeiro momento de seu amor atual, do qual você deve extrair todas as lembranças de sua vida, compartilhando músicas marcantes, perfumes da época, lugares visitados, enfim, as boas emoções que fizeram despertar a sua paixão inicial.

8ª) Feche os olhos para os esquecimentos de seu parceiro(a), lembrando que você também se esquece de coisas importantes, ou se esquecerá um dia. Datas de namoro, bodas, aniversários, etc., são coisas pequenas demais para merecerem um lugar na sagrada rotina de vocês, e lembrar das “obrigações da Bíblia” será sempre a tarefa número 1 a ocupar sua mente.

9ª) Não negligenciar a leitura da Bíblia e os comunicados de sua igreja. Lembre que, no apagar das luzes, é a Escritura quem está construindo o seu lar, e é ela quem servirá de alicerce para garantir a Eternidade do vosso amor. Uma única desobediência à instituição do Matrimônio cristão poderá iniciar o processo de corrosão que só trará infelicidade e angústia.

10ª) Usando sempre a chamada “regra áurea” do Novo Testamento, praticamente tudo correrá bem, mesmo quando a situação parecer injusta. Pois quando você “fizer para com ele tudo aquilo que quer que ele lhe faça”, os dois caminharão tão unidos em propósitos e bênçãos que todos os problemas tenderão a fugir ou esmaecer feito fogo em barco de madeira dentro do mar.

Enfim, vá viver seu casamento em alto nível. Goze seu “Casamento-a-três”. Curta esta bênção que Jesus lhes deu, sem negligenciar estas regrinhas leves. Ninguém mais do que vocês sabem que isto é a vontade de Deus.

quinta-feira, 22 de julho de 2021

O dilema de Deus ao planejar o casamento como instituição eterna

Contando a história do Matrimônio como que estando a fazer uma “empatia” com o Criador, e com perdão por tamanha ousadia...

A Psicologia e todas as ciências “psi” já descobriram e estão certas ao afirmar que saber operar a arte da entropia é um segredo essencial e uma chave-mestra para todo tipo de conhecimento, sobretudo aqueles das ciências humanas.

Tem-se, de um lado a simpatia (ver o lado bom da relação e agradar-se dela, ao ponto de tratar bem o outro, com gentilezas, sorrisos e outras emoções positivas), e de outro a antipatia, que seria ver o lado ruim da relação e desagradar-se dela, ao ponto de evitar o contato ou menosprezar o outro, com grossuras, cara fechada e outras emoções negativas (muitas vezes “gratuitas”).

Tudo isso seria fácil e bastante acessível aos instintos humanos, e neste sentido não haveria um “aprendizado” intelectual dessas emoções inatas. Mas tal não ocorre com a empatia. Ela não é inata e exigiria um conhecimento prévio, além de um exercício sequenciado para alcançar solidez e controle na mente consciente.

Este artigo pressupõe ser o leitor (ou só se dirige ao leitor que seja) alguém que já controla bem a empatia, e assim seja capaz de ESCOLHER BEM o indivíduo com quem empatizar, mesmo que este indivíduo fosse hipoteticamente o próprio Deus.

Assim sendo, na hipótese de se fazer uma empatia com Deus, iremos tentar iluminar o quadro geral do Matrimônio cristão, direcionando tal conhecimento sobretudo para cristãos solteiros interessados em subir ao altar. Na empatia hipotética, temos que pensar como Deus teria planejado presentear um casal cristão com a felicidade eterna de um grande amor, que ensejasse um grande prazer e também toda harmonia e paz, naquilo que chamamos “Casamento-a-Três”.

Deus criou os seres humanos com liberdade de escolha, e sem este princípio todo o raciocínio da empatia com Deus se desfaz. Não há como nem porque empatizar com uma inteligência medrosa, que não tem coragem de criar seres livres e capazes de pensar e escolher por si mesmos. Mas Deus não é covarde, e de fato criou seres livres, autônomos e capazes de assumir sozinhos o seu destino, seja no erro ou no acerto.

Todavia e contudo, criando uma humanidade livre e autônoma, mas cujo crescimento sendo dependente de procriação sexual, Deus teve que planejar um modo de fazer com que um homem e uma mulher se unissem pelo amor, mas mantendo a harmonia e a paz. Se era necessário união carnal para a procriação e crescimento da humanidade, então a união de um homem e uma mulher teria que contemplar também a harmonia e a paz, para gerar a felicidade por ambos sonhada.

Usando como modelo de felicidade a harmonia e a paz vivenciada no seu próprio Reino Celestial, o qual sendo um Reino tem um rei e uma hierarquia e uma sociedade de súditos, podemos dizer que Deus “não sabia” (nem sabe) como alguém pode ser feliz fora da harmonia amorosa da hierarquia divina, pois esta é de fato a única felicidade que existe.

Se no único modelo de felicidade que existe subsiste uma hierarquia harmonizada com as ordens racionais de um Deus de amor, não seria possível conceber qualquer felicidade fora deste sistema hierárquico, e assim Deus ofereceu o único modelo de união perfeita entre um homem e uma mulher: o matrimônio cristão.

E o matrimônio cristão, o sétimo sacramento (tão importante que imprime caráter), só poderia ser feliz se seguisse o modelo de harmonia da pátria celestial, onde reina a hierarquia do amor de Deus, à qual todos os santos do Céu obedecem com prazer. Por isso Deus imprimiu também um modelo de hierarquia para o matrimônio cristão, como único meio de fazer uma relação entre dois seres livres durar a vida toda, sobretudo após o fracasso de toda a Humanidade ocorrido no princípio dos tempos, chamado de “A Queda”.

Após a Queda, não era mais possível criar o ambiente de harmonia no meio da Humanidade, pois a partir dela cada qual iria querer sempre fazer a própria vontade, sem jamais ceder a vez para a vontade alheia, e este conflito se iniciaria de imediato em qualquer relação social, e de modo um pouco mais demorado, numa relação amorosa (se esta fosse de fato uma relação de amor verdadeiro, feito à luz da Bíblia Sagrada). Enfim, o conflito de vontades existiria de qualquer forma, mais cedo ou mais tarde, e Deus precisava dar um jeito nisso.

Como no Reino Celestial a harmonia entre as vontades livres se dá pela amorosa obediência a Deus, o Senhor viu que somente naquele modelo residiria um modo de fazer um matrimônio terrestre dar certo, e por isso a ferramenta da hierarquia precisava ser aceita e incorporada ao Sacramento. E se assim era a realidade, Deus precisaria escolher um dos dois, o homem ou a mulher, para ser aquele que daria a palavra final, mas somente quando chegasse uma ocasião de divergência ou de conflito de vontades.

Ipso facto, enquanto o casal curtisse situações onde as duas vontades coincidissem, o sistema da hierarquia não precisava existir. Só quando houvesse conflito, i.e., vontades divergentes, então teria que haver uma palavra final. Isto é, além de perfeitamente LÓGICO, um requisito sine qua para qualquer sociedade, i.e., qualquer situação onde houvesse duas almas livres convivendo juntas.

Deus é o Criador de tudo, e por isso, tem a visão prévia ou antecipadora de todos os conflitos. E também é perfeito em previdência e providência, antecipando as soluções para os conflitos antes mesmo de eles acontecerem. E assim Deus fez o homem diferente da mulher, dando a cada um uma vantagem para cada situação da vida.

Para a mulher, Deus deu o coração mais amoroso, mais “mole”, mais emotivo, mais devotado a paixões, menos rancorosa para o perdão, mais atenta às necessidades de sobrevivência, mais hábil para ajudar à sua família, enfim, uma companheira indispensável para cooperar com o conjunto das “habilidades” masculinas.

Para o homem, Deus deu o raciocínio mais frio, menos emotivo, menos chegado ao perdão, mais atento à justiça limpa e seca, mais atento aos detalhamentos das observações de seus olhos e das razões por trás de cada diálogo, mais minucioso nas suas escolhas e menos indeciso em situações que oferecem diversas opções de solução (infelizmente, esta mente lúcida e fria do homem também o habilitou mais para a invenção de crueldades, mas isto não vem ao caso agora).

Enfim, vendo Deus os dois tipos de mente dadas aos dois sexos, intuiu que para ter a primazia da palavra final em todas os conflitos de opinião, a mente masculina se adaptaria melhor ao cumprimento da Razão e da Justiça, as quais precisam ser lógicas e frias para não causar injustiças a ninguém, e por isso Deus estabeleceu o homem como sendo o responsável por arcar com todas as decisões FINAIS tomadas na vida familiar, poupando a mulher de castigos merecidos por tomar decisões com a mente indecisa de um coração mais emotivo: o homem poderia dar a palavra final, mas pesaria sobre ele todos os castigos por decisões erradas, enquanto a mulher poderia pintar e bordar e jamais seria castigada, desde que estivesse agindo em obediência à palavra final do marido.

Assim Deus organizou o lar destroçado pela Queda Edênica, e propôs a reconstrução do modelo de convivência celestial para os lares terrestres, numa tentativa de evitar a desgraça maior da promiscuidade e do desregramento moral. E o Senhor também sabia que, embora tivesse perdido toda a harmonia do casal antes da Queda, teria que escolher dos males o menor, e o Sacramento do Matrimônio com o modelo hierárquico do Céu era a única solução, ou antes, o único remédio amargo para salvar a Humanidade.

Se todo o caos estava posto e a ele acorriam homens e mulheres ávidos pelo prazer da felicidade perdida, o Senhor interveio e ofereceu ao mundo o seu modelo e a única opção de convivência pacífica para ambientes desorganizados pela rebeldia, impondo um mínimo de ordem para minorar todo o sofrimento presente e porvir da desobediência geral à Sua Santa Autoridade. Enfim, era este o dilema que Deus enfrentou ao tentar salvar o casamento como única instituição capaz de garantir alguma felicidade no ambiente caótico da terra pós-Queda. Este era o sonho de Deus, como dissemos, um “Casamento-a-Três”, celebrado entre Ele, um Homem e uma Mulher.

terça-feira, 13 de julho de 2021

Dez Regras do Cristianismo para que haja o casamento ideal

Num mundo onde a decência sumiu e onde até as pessoas mais imorais estão sentindo falta de alguma coisa séria em que confiar, o Cristianismo se mantém vivo e ativo nas consciências que a ele se devotam, e certamente constituirá o último foco de moralidade a subsistir numa sociedade decadente.

Levando em conta que o leitor é uma dessas almas que estão enojadas – com a pouca vergonha do mundo – e também ansiosas para encontrar um Norte seguro no fim do túnel, este site vem oferecer uma alternativa (certamente a única e a última) bem palpável de sistema moral para reacender a esperança perdida com a pós-modernidade, relativamente à questão da meta de se formar uma família cristã via matrimônio.

10 Regras do Cristianismo para que haja um casamento perfeito, ou aquilo que esta Agência chama de “Casamento-a-três” (o Homem, a Mulher e Deus):

  1. Uma boa educação de berço e lar é indispensável para a formação do bom caráter da pessoa humana, e ela é que forma o homem e a mulher ideais para um casamento feliz.
  2. Uma boa vida escolar, com um período estudantil bem proveitoso em termos de rendimento em notas e trabalhos, é também fator fundamental na formação do caráter de um(a) futuro(a) bom/boa cônjuge.
  3. Interesses sadios na adolescência e juventude, como pesquisas científicas, jogos cerebrais, esportes sociais (vôlei, futebol, etc.), também entram na boa formação do caráter;
  4. Dedicação à vida profissional com afinco e afinidade às reais vocações do homem/mulher interessados em fazer um bom casamento (“Casamento-a-três”), também é fator-chave na plena realização matrimonial.
  5. Capacidade de fazer e manter boas amizades é um ponto crucial, indicativo da nobreza interior necessária para a realização de um casamento que dure até o fim da vida (o Casamento-a-três).
  6. Formar e manter uma boa amizade com a futura namorada é também fator-chave, embora muitos bons casamentos nasceram de casais que nunca foram amigos antes do namoro, e muitos casamentos que nasceram após uma longa amizade fracassaram (estes insucessos só mudam quando o casal é cristão dedicado à igreja).
  7. Um namoro bem regrado e organizado, alegre e duradouro, e com as intimidades consentidas pela consciência bíblica, é o caminho sugerido pelo Cristianismo para o matrimônio cristão.
  8. Um noivado bem assumido e compartilhado pelas famílias dos noivos é condição essencial para o futuro matrimônio, com ambos trabalhando para ratificar e consolidar o amor nascido no namoro ou antes dele.
  9. Compromissos de noivado que misturem alegria e seriedade, trabalho e estudo, diversão e oração, são a palavra final de coroamento de uma relação que Deus abençoará na igreja.
  10. Respeito às regras bíblicas para a plena comunhão do matrimônio e a paz no lar devem ser seguidas à risca, como se cada um dos cônjuges ouvissem a voz de Deus na leitura da Bíblia. Ideias como a da obsolescência das Escrituras devem ser descartadas sem pestanejar, uma vez que foram urdidas para destruir a família tradicional.

Finalmente, é interessante observar e guardar para si que as regras dadas pelo Cristianismo não são endereçadas ao mundo, propriamente dito, mas às almas que já se decidiram pelo seguimento de Jesus, para as quais as regras se encaixam como uma luva. CS Lewis um dia esclareceu as coisas dizendo que não escrevia para quem não acreditasse que o Filho da Virgem é Deus, e assim as regras aqui elencadas seguem o mesmo formato. É evidente que a pré-disposição interior de fazer a vontade de Deus e a boa disposição de ânimo são, em princípio, essenciais para que uma ótima vida a dois seja construída, e somente assim podendo realizar plenamente as personalidades envolvidas.

 

quarta-feira, 7 de julho de 2021

De onde vêm as nossas convicções “operacionais”?

No tríplice fundamento empírico, bíblico e lewisiano, esta Agência segue seu trabalho de demonstrar, deixando surpresos os seus leitores, o quanto a Humanidade se desviou do padrão divino e cortejou a infelicidade completa, até dentro daquilo que Deus criou especificamente para impedi-la!

Deus nos deu olhos sadios para ver, sem qualquer margem de dúvida (e qualquer pessoa enxerga isso), que alguma coisa muito errada está havendo com o mundo, e na correnteza desse erro coletivo se esvaem também as esperanças, e com elas a felicidade planejada por Deus para a união do homem, da mulher e sua família. Neste espaço caótico da pós-modernidade tecnológica, os efeitos de toda a desordem também atingiram os sentimentos humanos, e assim homens e mulheres estão perdidos em seus caminhos, ora acatando os erros coletivos, ora rejeitando as propostas de Deus.

Diante deste quadro problemático, cuja erosão também se faz sentir por ateus e descrentes, a Escola de Aprofundamento Teológico de Fortaleza vem oferecer, talvez como última alternativa, uma estrutura capaz de congregar valores cristãos, sejam eles nas filosofias que abarca, sejam eles nas pessoas que lhe operam, na ideia de trabalhar como faziam as primeiras comunidades cristãs, onde tudo era repartido e ninguém vivia isoladamente, as expensas do catecumenato doutrinal salvador da Igreja incipiente.

Neste sentido, a EAT acaba de fundar uma agência virtual de relacionamento amoroso para o mundo gospel, com diretrizes interdenominacionais, as quais contemplam todas as almas que desejam encontrar a sua cara metade no jogo do amor, à luz da Palavra de Deus.

Entretanto e com efeito, deve-se pontuar imediatamente a questão dos fundamentos dessa nova agência, ou em que diretriz nos baseamos para levar adiante este projeto, o qual é, além de relativamente comum nos tempos modernos (os próprios autores se conheceram através de uma agência de casamento, chamada “Nice’s Club”), uma obra bastante séria, coisa que afinal, talvez seja o grande trunfo que nos distingue das demais agências encontradas no mercado de agências matrimoniais.

Assim, a Agência “Casamento-a-Três” baseia-se em três pilastras fundamentais ou fontes de segurança, a saber, a Bíblia Sagrada, a Teologia Lewisiana (da Escola que lhe fundou) e a experiência pessoal dos fundadores, com mais de 40 anos de vivência pastoral e mais de 20 anos de estudos e trabalhos no auxílio a jovens cristãos em busca da felicidade a dois (o erro está justamente aí, e esta Agência trabalha para provar que a felicidade a dois não existe, e sim a três, como propõe o seu nome).

Nossa primeira fonte, a Bíblia Sagrada, constitui o calcanhar de Aquiles da recuperação da mente humana, desequilibrada e danificada pela liberdade irresponsável empurrada para a juventude moderna, quando não caída na libertinagem sem freio, hoje já até aplaudida por esta geração perversa e corrupta, no dizer de Jesus Cristo. A Bíblia por si só já constituiria recurso por demais decisivo e incisivo, pois ela mesma não tolera opinião alguma que com ela não se coadune, fazendo calar a boca de todos os seus oponentes pela inconsistência de qualquer argumento contrário. É o caso de obrigar a audição de um único discurso, fora do qual toda opinião não passa de achismo. Neste sentido, estamos tranqüilos, pois o método e a filosofia de nossa Agência são justamente estes, onde a Bíblia é a última palavra e sua prática a única garantia de sucesso.

Nossa segunda fonte, a Teologia Lewisiana, já é conhecida dos alunos, amigos e visitantes da EAT, e ela é o “tribunal” onde se decidem, nos últimos momentos, as questões mais difíceis da teologia e do relacionamento humano. Ela opera como um ponto de convergência delineante, no qual as diferenças cruciais de doutrinas, que sempre dividiram o Cristianismo ao meio, se encerram ou são obrigadas a se calar, conquanto “Jack” tenha sido o porta-voz maior do Cristianismo, o qual, se foi capaz de unir católicos e protestantes em questões muito mais difíceis, quanto mais não fará em querelas muitas vezes bobas do comportamento conjugal.

Nossa terceira fonte é a nossa experiência, atrelada às duas fontes anteriores, ambas encontradas no coração cicatrizado de nossas almas, entregues desde cedo a Jesus Cristo. E a experiência comum não apenas capturou bem tudo aquilo que nós vivemos, estudamos e lemos, mas também a verificação, muitas vezes in loco, dos insucessos, frustrações e decepções humanas para com a alma alheia, como pudemos comprovar ocorrer com membros de nossa própria família. Afinal, a longa e sofrida sina da alma humana em busca de sua felicidade a dois é por todos conhecida, e casamentos que até ontem pareciam verdadeiras dádivas do Paraíso, acabaram abruptamente com dor e trauma, com os casais até então amantes experimentando o sentimento oposto, e por isso se calando para não dar vexame ainda maior (isto quando não se ouve nos noticiários policiais os chamados “crimes passionais”, tão comuns nos relacionamentos mundanos).

Enfim, acreditamos que o espaço operacional de nossa agência preencherá lacuna até agora mal preenchida ou não preenchida pelas igrejas, que muitas vezes aconselham os casais (quando estes são mais velhos) ou os pais – quando seus filhos é que naufragam – a procurarem ajuda psicológica ou psiquiátrica, a qual muitas vezes afasta ainda mais aquelas pobres almas da convivência com Deus, acelerando o fim de tudo ou antecipando o desespero.

Toda a trajetória de vida do Casal fundador desta Agência dá a ela autoridade convincente, pois não apenas a vasta experiência na ignorância da libertinagem trouxe alertas mais do que preocupantes para a agenda pessoal de orientação dos casais, mas a própria relação dos dois, nascida também de uma Agência, pôde apontar, desde cedo, os perigos do mundão perdido de hoje e as bênçãos da adoção dos padrões divinos, única esperança de tornar menos pesado o duro fardo da convivência num planeta abarrotado de gente, sobretudo quando duas vidas desconhecidas se sentem atraídas e querem, a duras penas, experimentar um futuro a dois, quando somente a três ele é possível.

 

terça-feira, 6 de julho de 2021

O que é "Casamento-a-Três"?

Nosso site é uma Agência de Casamento cristão, 100% baseada nas normas do Cristianismo tradicional e nos ensinos da Bíblia Sagrada, e direcionada para cristãos interessados em fazer um matrimônio feliz e que dure até o fim da vida, conforme preconiza a religião de Jesus Cristo. Independente de qual ramo ou denominação pertencer o(a) candidato(a) a inscrever-se conosco, seja católico ou evangélico ou qualquer outro do mundo gospel, todas as nossas diretrizes se voltam para ajudar pessoas honestas e bem intencionadas a encontrar sua alma gêmea neste mundo, sem os engodos e equívocos tão comuns aos relacionamentos vistos neste século, responsáveis pela insegurança e fragilidade da maioria dos lares pós-modernos.

Uma vez que nossa base está toda centrada nos ensinamentos da Palavra de Deus, e após todas as pesquisas de titulação de nosso endereço eletrônico, escolhemos batizar o site com o nome de “Casamento-a-Três” por estas três únicas razões:

(1ª) Razão de importância média: A Bíblia diz que quando qualquer pessoa se une a outra num ato sexual, como na prostituição, por exemplo, está também formando com ela uma só pessoa, e fazendo de seus membros os membros dela. Assim, se um homem se une a uma mulher (e vice-versa), está formando com ela um só corpo e um só espírito, independente de qual conduta moral tenha aquela mulher ou aquele homem.

(2ª) Razão de importância maior ou prioritária: Da mesma forma, a Palavra de Deus diz que, quando um homem ou uma mulher se une a Deus, está formando um só corpo e um só espírito com Ele, e por isso o corpo humano é chamado e se torna o Templo do Espírito Santo. No mesmo sentido, quando um casal decide se casar sob as bênçãos de Deus, na verdade estão casando TRÊS pessoas, ou “casando A TRÊS”, pois aquela união nunca será realizada apenas pelo homem e pela mulher cristãos, mas também pelo Espírito de Deus, cuja presença unificará aquela nova “trindade” na terra, fortalecendo aquela união e preservando-a dos males de relacionamentos desregrados.

(3ª) Razão de importância menor: O mundo está cheio de depravados e de gente que só pensa em sexo, nas suas formas mais grotescas e inimagináveis. Mas esta gente também precisa ter, ainda que apenas uma vez na vida, a chance de saber que existe algo além da mera sexualidade, e que aqueles que eles chamariam de antiquados e moralistas, existem e conseguem formar relacionamentos felizes e exitosos, e capazes de durar até o fim da vida. Então o título também chama a atenção dos depravados e quer lhes dar a chance de conhecer o lado sadio do sexo (que a Bíblia chama de “leito sem mácula” e a Igreja chama de santidade do matrimônio), atraindo-os pela suposição de que nosso site teria algo a ver com “Ménage à trois”, e com isso lhes ensejar contato com a realidade viva de Deus, a Terceira Pessoa nesta trindade humana abençoada pela Igreja.

Isto resume a história do título de nosso Site/Agência. Se quiser perguntar algo mais sobre isso, favor clicar na aba “fale conosco”.

Os Fundadores.

 

domingo, 4 de julho de 2021

Uma história real fundamenta nossa história

A interferência decisiva de uma agência de casamento nos aproximou e nos deu o sonho de uma união nos padrões bíblicos do “até que a morte nos separe”, mesmo não sendo uma agência religiosa. Foi a presença de Deus em nós que fez a ajuda da Agência fechar o circuito do amor eterno.

 

Depois de muito trilhar caminhos em busca da minha alma gêmea, nos quais atravessei noites e noites em claro (ou sem deixar qualquer mulher ao lado dormir um pouco), depois de correr riscos enormes pelos perigos do sexo sem preservativos, depois de namorar dezenas de moças aparentemente comuns ao que se vê hoje em dia, depois de quase engravidar uma que quase foi noiva, depois de viver amasiado com uma outra que eu conheci na noite, depois de abandonar esta, depois de casar oficialmente com uma moça que eu conheci na igreja evangélica, e depois de me separar desta última, enfim, decidi “arriscar” e me inscrever numa empresa do tipo “Agência de Casamento”, pois minha fé não permitia novas incursões pelos caminhos perigosos da vida desregrada, e eu mesmo já estava cansado – com quase 40 anos – de procurar e dar com os burros n’água, literalmente, enquanto eu continuasse burro para crer na ilusão de que a felicidade carnal existe na Terra.

Inscrito numa boa Agência de Casamento, que tinha o nome de um Clube Privado (vide aba “Documentos-1”), logo logo dava para ver que nenhuma das dificuldades profusamente enviadas pelo mundo contra nossos sonhos de amor, mantinham-se no seio do grupo particular da agência, e aqui residia o segredo que o mundo não vê ou não quer ver.

Tendo uma Agência de Casamento como intermediária de todas as ações da busca pelo amor, inclusive com as ajudas incipientes do mero ato de dizer: “eu gostaria de te conhecer melhor”, ou de perguntar: “você quer dançar comigo?”, a coisa toda ficava facilitada e o processo nem de longe parecia a rotina cansativa de tentar encontrar uma namorada que valha a pena registrar no mais elevado sonho.

A Agência serve então como ferramenta intermediária de facilitação das regras do complicado jogo do amor (que no início se chama “jogo da paquera”), aproximando homens e mulheres sem os riscos broxantes do fingimento, da falsidade e até do “bullying”... (Creia: isto também existe no processo, e é tão doloroso quanto).

Se a Agência for boa o suficiente para se organizar previamente e, de modo a abranger todas as nuances do terrível jogo, oferecer aos seus “sócios” um extenso programa de regras, características e procedimentos facilitadores daquele encontro tão desejado (seus associados também precisam ser preparados desde o início para sonhar o sonho da qualidade total no amor), nenhum de seus membros inscritos se queixará de nada; pelo contrário, sentir-se-á no seio da felicidade que sempre sonhou e na qual já estava desanimando de acreditar.

É incrível como uma boa dose de organização pode desfazer inúmeros “pré-julgamentos” de qualquer natureza, sempre prejudiciais a qualquer empreendimento. Afinal, no dia-a-dia e no noite-a-noite das paqueras do jogo do amor, ninguém está ligando a mínima para assumir cuidados com aquilo que subsiste naturalmente no planeta inteiro, pois todo mundo pensa que para se amar alguém o sistema é tão fácil quanto respirar, urinar ou mesmo transar. Tem-se sempre a aparência, à primeira vista, de que para se conquistar um parceiro, basta ser gente “normal”, ou comum, ou qualquer um. E aí está o grande engano e perigo.

Com a experiência de quase 60 anos de vida e com a sapiência de inúmeros outros homens e mulheres que se dedicaram a entender o jogo do amor, estava claro para mim que o mundo é tão perigoso e cheio de armadilhas que até a mais sublime poesia foi contaminada por esta tendência belicosa deste planeta violento, e por isso o jogo da paquera precisava ser, ele mesmo, resgatado à pureza dos tempos românticos, antes mesmo de se resgatar a realidade dos casais bem intencionados.

Porquanto houve um tempo em que os males do mundo – que já existiam – não batiam à porta do processo, ou se batiam à porta, não chegavam a entrar na casa dos verdadeiros “sonhadores de Apolo”. E se entrassem, eram logo expulsos pela imediata percepção de que não traziam boa companhia, e muito menos paz de espírito.

Então era assim que deveriam funcionar as agências de casamento, por menos recursos que tivessem, pois do contrário não passariam de meras arapucas para juntar casais de fornicadores! (Tais agências seriam então apenas eufemismos para bordéis e inferninhos, e disto o mundo já estava cheio até a tampa!). A idéia cristã de um “Casamento-a-três” precisava, urgentemente, ser recuperada, mas o mundo moderno jamais faria isso com a mídia inteira a apontar para o casamento-aberto e outras aberrações morais, todas atualmente “aplaudidas” pela sociedade viciada pela propaganda erotizante de nossos dias.

Voltando à nossa história pessoal, e num belo dia do ano de 1996, duas almas que jamais haviam se visto (ambas estavam naquela condição de cansadas de procurar em vão a sua alma gêmea), decidiram, por obra e graça de Deus, se inscrever numa Agência de Casamento organizada, e ali preencheram uma “folha corrida enorme”, deram seus dados cadastrais completos e responderam a um questionário com 50 perguntas diretas e sinceras, por meio das quais o computador central da Agência iria cruzar os dados e verificar quais fichas “casariam” nos pontos de afinidade, fugindo da regra absurda do mundo de que os opostos se atraem.

A máquina levou uns dois dias para fazer tudo isso, e no dia seguinte eu recebi um telefonema da diretora do Clube, me informando que o computador havia encontrado uma moça cuja ficha “batia” com a minha, e me perguntava se eu não gostaria de conhecê-la.

A moça também recebeu um telefonema, só que avisando que 5 candidatos haviam formado graus diversos de afinidade com ela, e assim ela deveria escolher com quem queria conversar primeiro. O Sistema obrigava a que ninguém iniciasse namoro apenas pela coincidência de afinidades do computador, mas sim após sessões de psicoterapia e psicodinâmica de casais, em conjunto e isoladamente, e também após pelo menos duas conversas pessoais assistidas pelo psicólogo do Grupo.

O último passo era uma conversa a sós dos dois interessados, a qual deveria ser o mais sincera e direta possível, mas sem priorizar o tema “sexo e intimidades”: o foco do assunto tinha que ser os objetivos em comum do futuro casal, e o que eles esperavam do futuro em comum.

E foi assim que eu conheci a Maria de Lourdes, que se tornou, depois de quase sete anos de namoro e um de noivado, a futura senhora Malu Valente, com quem estou até hoje, no sonho eterno do lar sonhado por Deus.

A nossa experiência foi tão perfeita e benfazeja que nós dois, desde aqueles tempos, jamais deixamos de sonhar em fundar uma outra Agência para ajudar almas a encontrarem seus “pares perfeitos”, ou pelo menos, formarem casais menos desajustados do que frequentemente se encontra no mundo.

Mas este nosso segundo sonho só se consolidou muitos e muitos anos depois, pois não tínhamos a mínima ideia de como “facilitar as facilidades” que desejávamos oferecer aos casais, e muito menos tínhamos recursos financeiros para tal.

Eis que o mundo teve que girar muitas e muitas vezes até que a Internet chegasse e dominasse tudo, e assim despertasse a nossa visão e nos chamasse de volta ao sonho. Depois de longos anos navegando na Rede, um estalo soou para nós e vimos o modus operandi de uma empreitada dessas, com a alegria de poder, a partir de agora, unir o útil ao agradável.

Assim nasceu a Agência “Casamento-a-Três”, cujo título, longe de indicar uma condescendência para com a depravação do mundo, obriga os seus inscritos a anteverem sua união com candidatas que já estejam, elas mesmas, “casadas” com Deus. Nada que lhes dê direito a pensar em freiras ou pastoras, mas numa alma que já descobriu que sem Deus nenhum casamento dura, e se dura, o faz somente por meio de fingimentos e renúncias dolorosas.

Fundadores: João Valente e Malu Valente.

 

 

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